La Salud en el Plan Departamental de Desarrollo “Santander Nos Une”

Autor: Useche Aldana Bernardo

Resumen

ISSN 2382-4603 Electrónico-ISSN 0123-7047 Impreso

Vol. 19(1):33-39, abril-julio 2016

Artículo de reflexión no derivado de investigación

DOI: https://doi.org/10.29375/01237047.2618

 

La Salud en el Plan Departamental de Desarrollo “Santander Nos Une”

The Health Component of the State of Santander´s Developmental Plan “Santander Unites Us”

A Saúde no Plano de Desenvolvimento Departamental de “Santander nos Une”

 

Artículo recibido: 01 de mayo de 2016

Artículo aceptado: 29 de julio de 2016

DOI: https://doi.org/10.29375/01237047.2618

 

Resumen

Introducción: Con la expedición de la Resolución 429 de 2016, el gobierno colombiano culminó un proceso de reforma de la salud que consolida el sistema de aseguramiento representado en las denominadas Empresas Promotoras de Salud o EPS el cual fuera establecido con la Ley 100 de 1993. Esta resolución establece una nueva “Política de Atención Integral en Salud” que debe ser implementada por las entidades territoriales de salud a través de sus respectivos planes de desarrollo. De ahí la importancia de analizar el componente de salud de los planes de desarrollo departamentales. Objetivo: Formular observaciones al componente de salud del Plan Departamental de Desarrollo de Santander PDDS y estimular la comprensión, el análisis y el debate sobre la principal política pública de salud del Departamento. Discusión: De los indicadores, estrategias y programas presentados en el PDDS no se deriva un claro perfil epidemiológico y de salud del Departamento de Santander que permita la formulación e implementación de un plan de acción estratégico que conduzca a la intervención efectiva de los problemas y necesidades prioritarias de salud de la población del Departamento. Predominan los programas e intervenciones en salud que pueden ser objeto de la intermediación financiera de las aseguradoras o EPS. Conclusión: Se puede prever que la mayoría de los programas e indicadores de logros propuestos en el plan, así se alcancen, no tendrán impacto significativo en la salud de los santandereanos. [Useche-B. La Salud en el Plan Departamental de Desarrollo “Santander Nos Une”. MedUNAB 2016; 19 (1): 33-39]

Palabras Clave: Salud Pública; Programas Nacionales de Salud; Programas de Gobierno; Legislación Sanitaria; Colombia.

 

Abstract

Introduction: With the dispatch of Resolution 0429 of 2016, the Colombian government concluded a reform process that retains the insurance healthcare system introduced with Law 100 of 1993 intact, and strengthens the role of health insurance companies (denominated in Colombia by EPS for its initials in Spanish). This Resolution establishes the new “Policy on Comprehensive Healthcare” (PAIS) which must be included in regional development plans and implemented by local health authorities. Thus it is important to analyze the health component of the State Developmental plans. Objective: To examine the health component of the Santander State Developmental Plan and promote the discussion, analysis and debate about public health policy. Discussion: The epidemiological indicators are not used to define a clear health profile of the department; furthermore, the health strategies proposed do not target the aims of the health component in the State plan. In fact, the main health programs and interventions are basically designed to be subject to financial intermediation by the health insurance companies and to establish services contracts with private operators. Conclusions: It is possible to predict that even if most of the goals and indicators proposed in the plan are reached, they will not have a significant impact on the health of Santander State´s population. [Useche-B. The Health Component of the State of Santander´s Developmental Plan “Santander Unites Us”. MedUNAB 2016; 19 (1): 33-39]

Keys Word: Public Health; National Health Programs; Government Programs; Health Lesgislation; Colombia.

 

Resumo

Introdução: Com a resolução 429 de 2016, o governo colombiano culmina um processo de reforma sanitaria que deixa igual o sistema de garantia introduzido com a Lei 100, de 1993, e reforça o papel das Entidades de Promoção da Saúde. A política de saúde abrangente é o resultado de uma política de reordenamento da Lei 100. Por isso, a importância de analisar a componente sanitária dos Planos Departamentais de Desenvolvimento. O Plano de Desenvolvimento Departamental " Santander nós une " (PDD) está organizado em três seções principais: diagnóstico, estratégias e programas, onde o componente de saúde do plano está estruturado em torno de dois eixos principais. Objetivo: apresentar as suas observações sobre os PDDS, estimular a discussão e o debate sobre a principal política de saúde pública. Discussão: A maioria dos dados apresentados não são acompanhados no plano de uma análise a fim de obter o perfil da saúde do Estado tão claro, que seja possível fazer um plano de ação do ponto de vista da intervenção efetiva dos problemas e necessidades reais. Todos os programas e intervenções contidas no PDS são projetados para serem objecto de intermediação financeira dos EPS. Muitos programas e indicadores de resultados não terão um impacto significativo sobre a saúde dos santandereanos. Conclusões: O PDD não inclui um plano estratégico de saúde com base em perfis epidemiológicos que evidenciam a vontade política de melhorar significativamente a saúde da população, não contém planos sistemáticos para restabelecer e assegurar um financiamento adequado e oportuno. [Useche-B. A Saúde no Plano de Desenvolvimento Departamental de “Santander nos Une”. MedUNAB 2016; 19 (1):33-39]

Palavras-chave: Saúde Pública; Programas Nacionais de Saúde; Programas Governamentais; Legislação Sanitária; Colômbia.

 

Palabras clave: Salud Pública; Programas Nacionales de Salud; Programas de Gobierno; Legislación Sanitaria; Colombia

2021-05-24   |   15 visitas   |   Evalua este artículo 0 valoraciones

Vol. 19 Núm.1. Abril-Julio 2016 Pags. 33-39 MedUNAB 2016; 19(1)