¿Puede considerarse portadores asintomáticos a los donantes de sangre seropositivos para Trypanosoma cruzi? Un estudio de validación en el proyecto CHICAMOCHA

Autores: VILLAR CENTENO JUAN CARLOS, HERRERA GALINDO VICTOR MAURICIO, VEGA AGUSTIN, MOSO FERNANDO

Resumen

ISSN 2382-4603 Electrónico-ISSN 0123-7047 Impreso

Vol. 18(1):34-41, Abril - Julio 2015

Artículo de investigación e innovación / Original

DOI: https://doi.org/10.29375/01237047.2287

 

¿Puede considerarse portadores asintomáticos a los donantes de sangre seropositivos para Trypanosoma cruzi? Un estudio de validación en el proyecto CHICAMOCHA

Can Seropositive Blood Donors be Considered Asymptomatic Carriers for Trypanosoma cruzi?

Poderiam ser considerados portadores assintomáticos os doadores de sangue Soropositivos para Trypanosoma cruzi? Um estudo de validação no projeto CHICAMOCA 

 

Juan Carlos Villar-Centeno, MD., Esp., MSc., PhD*

Victor Mauricio Herrera-Galindo, MD., MSc., PhD**

Agustín Vega, MD., Esp***

Fernando Moso, MD., Esp****

 

Correspondencia: Juan Carlos Villar Centeno. Calle 157 NO. 14-55 Cañaveral Floridablanca, Colombia. Universidad Autónoma de Bucaramanga. Teléfono 6436111 Ext. 516. Email: jvillar@unab.edu.co

 

Artículo recibido: 20 de marzo de 2015

Artículo aceptado: 17 de julio de 2015

 

Resumen

Introducción: Identificar el deterioro clínico de individuos seropositivos para la enfermedad de Chagas requiere observar la evolución de personas con infección establecida por Trypanosoma cruzi (T.cruzi), libres de signos y síntomas de cardiomiopatía en una línea de base. Objetivo: Realizar una comparación entre donantes de bancos de sangre de Bucaramanga con serología positiva y negativa para T. cruzi. Metodología: La muestra consistió en donantes elegibles con pruebas de tamización positivas para T. cruzi, pero negativas para otros agentes infecciosos tamizados por los bancos de sangre. Estos registros fueron apareados con una muestra aleatoria 1:4 de donantes con pruebas negativas a todas las pruebas de tamización. Los participantes fueron entrevistados para conocer aspectos sociodemográficos y de percepción de su estado de salud, se realizó examen físico y se tomaron muestras de sangre para exámenes paraclínicos. Se reportaron las frecuencias y proporciones de los participantes. Se hicieron pruebas de hipótesis de no diferencias entre los dos grupos con la prueba Chi cuadrado, con un nivel alfa de significancia de 5%. Resultados: La muestra consistió en 2,132 donantes de sangre incluidos entre mayo de 2000 y marzo de 2004. Mediante prueba serológica se identificaron 488 (22.9%) seropositivos y 1644 (77.1%) seronegativos. Los seropositivos fueron mayores en edad, presentaron indicadores socioeconómicos menos favorables y menor afiliación a seguridad social con el régimen contributivo y tenían una mejor percepción de su salud en comparación con los seronegativos (p<0.05). No se observaron diferencias estadísticamente significativas en cuanto a la percepción del funcionamiento de los tres sistemas evaluados (cardiovascular, urinario y gastrointestinal) en ambos grupos. Conclusiones: Los hallazgos del estudio permiten inferir que los donantes de sangre seropositivos para T. cruzi podrían considerarse como portadores asintomáticos, sin evidencia clínica de cardiomiopatía. [Villar JC, Herrera VM, Vega A, Moso F. ¿Puede considerarse portadores asintomáticos a los donantes de sangre seropositivos para Trypanosoma cruzi? Un estudio de validación en el proyecto CHICAMOCHA. MedUNAB 2015; 18 (1):34-41]

Palabras clave: Donantes de Sangre; Enfermedad de Chagas; Trypanosoma cruzi; Diagnóstico; Cardiopatías.

 

Abstract

Introduction: In order to identify the clinical deterioration of seropositive individuals for Chagas disease, it is necessary to observe the evolution of people infected by Trypanosoma cruzi (T. cruzi), who do not show signs and symptoms of cardiomyopathy on a baseline. Objective: To compare blood donors with positive and negative serology for Trypanosoma cruzi in the city of Bucaramanga. Methodology: The sample consisted of eligible donors with positive screening tests for T. cruzi, but negative for other infectious agents screened by blood banks. These records were matched with a random sample 1: 4 donors who showed negative results to all the screening tests. Participants were interviewed to know their socio-demographic aspects and to get a perception of their health status. Physical exams were performed and blood samples were taken for laboratory tests. Frequencies and proportions of participants were reported. Hypothesis testing of no differences between the two groups using the Chi square test was performed, showing a 5% level of Alpha significance. Resultados: The sample included 2132 blood donors between May 2000 and March 2004. By using serological tests, it was identified that 488 (22.9%) were seropositive and 1644 (77.1%) were seronegative. Seropositive donors were older people who belonged to a low socio-economic level and had no health insurance. They also had a better perception of their health compared to seronegative donors (p <0.05). The perception of how the three evaluated systems worked (cardiovascular, urinary and gastrointestinal) showed no statistically significant differences between the two groups. Conclusions: The study findings allow us to infer that seropositive blood donors for T. cruzi could be considered as asymptomatic carriers without clinical evidence of cardiomyopathy. [Villar-JC, Herrera VM, Vega A, Moso F. Can Seropositive Blood Donors be Considered Asymptomatic Carriers for Trypanosoma cruzi? A Validation Study in CHICAMOCHA Project. MedUNAB 2015; 18 (1): 34-41]

Keywords: Blood Donors; Chagas Disease; Trypanosoma cruzi; Diagnosis; Heart Diseases.

 

Resumo

Introdução: Para identificar o deterioro clínico dos indivíduos soropositivos para a doença de Chagas é necessário acompanhar a evolução de indivíduos com infecção estabelecida pelo Trypanosoma cruzi (T. cruzi), livres de sinais e sintomas de cardiomiopatia numa linha de base. Objetivo: Fazer uma comparação entre os doadores dos bancos de sangue de Bucaramanga com sorologia positiva e negativa para T. cruzi. Metodologia: A amostra consistiu de doadores elegíveis com rastreamento positivo para T. cruzi, porém negativo para outros agentes infecciosos selecionados pelos bancos de sangue. Esses registros foram emparelhados com uma amostra aleatória de 1: 4 com testes negativos a todos os testes da triagem de doadores. Os participantes foram entrevistados para se conhecer aspectos sociodemográficos e perceber seus aspectos de saúde, foi realizado um exame físico e foram coletadas amostras de sangue para exames de laboratório. Relataram-se as frequências e proporções de participantes. Foi feito um teste de hipóteses de não diferenças entre os dois grupos com o teste do chi-quadrado, com um nível alfa de significância de 5%. Resultados: A mostra consistiu em 2132 doadores de sangue incluídos entre maio de 2000 e março de 2004. Pela prova sorológica identificaram-se 488 (22.9%) soropositivos y 1644 (77.1%) soronegativos. Os Soropositivos foram maiores de 18 anos, tinham indicadores socioeconômicos menos favoráveis, menor inscrição no seguro social com o regime contributivo e melhor percepção da sua saúde em relação aos soronegativos (p <0,05). Estatisticamente não se observaram diferenças significativas quanto à percepção do funcionamento dos três sistemas avaliados (cardiovascular, gastrointestinal e urinário) em ambos os grupos. Conclusões: resultados do estudo permitem concluir que os doadores soropositivos para T. cruzi no sangue poderiam ser vistos como portadores assintomáticos, sem evidência clínica de cardiomiopatia. [Villar JC, Herrera VM, Vega A, Moso F. Poderiam ser considerados portadores assintomáticos os doadores de sangue Soropositivos para Trypanosoma cruzi? Um estudo de validação no projeto CHICAMOCHA.  MedUNAB 2015; 18 (1): 34-41]

Palavras-chave: Doadores de Sangue; Doença de Chagas; Trypanosoma cruzi; Diagnóstico; Cardiopatias.

Palabras clave: Donantes de Sangre; Enfermedad de Chagas; Trypanosoma cruzi; Diagnóstico; Cardiopatías

2021-06-10   |   13 visitas   |   Evalua este artículo 0 valoraciones

Vol. 18 Núm.1. Abril-Julio 2015 Pags. 34-41 MedUNAB 2015; 18(1)