Autores: Celis Estupiñán Carlos Germán, Barreto Osma Doris Amparo
Original article
Vol. 29(1):44-56, January - April 2026
i-ISSN 0123-7047 e-ISSN 2382-4603
https://doi.org/10.29375/01237047.5270
Mental health, family strengthening, and endogenous community development: a psychosocial perspective
Salud mental, fortalecimiento familiar y desarrollo comunitario endógeno: una perspectiva psicosocial
Saúde mental, fortalecimento familiar e desenvolvimento comunitário endógeno: uma perspectiva psicosocial
Carlos Germán Celis-Estupiñan
Autor correspondencia
https://orcid.org/0000-0002-5319-0114
Director del Grupo de Investigación Violencia, Lenguaje y Estudios Culturales. Universidad Autónoma de Bucaramanga. Bucaramanga, Colombia
Doris Amparo Barreto-Osma
https://orcid.org/0000-0002-4542-0944
Directora de Transformación Social. Universidad Autónoma de Bucaramanga. Bucaramanga, Colombia.
ARTICLE INFORMATION:
Article received: January 07, 2025
Article accepted: February 05, 2026
DOI: https://doi.org/10.29375/01237047.5270
How to reference. Celis-Estupiñan CG, Barreto-Osma DA. Mental health, family strengthening, and endogenous community development: a psychosocial perspective. MedUNAB [Internet]. 2026;29(1):44-56. doi: https://doi.org/10.29375/01237047.5270
Author contributions
CGCE. Conceptualization, methodology, research, drafting and writing of the original text, editing, revision, supervision, and project management. DABO. Conceptualization, methodology, research, supervision, and project management.
ABSTRACT
Introduction. The consolidation of the nuclear family coincided with the rise of industrial capitalism, along with a social division of labor for men and a sexual division of labor for women. In Colombia, this study was conducted within a family strengthening and community development program in the Nuevo Girón housing project in Santander. This study aimed to understand the subjective barriers and their reverberations in community dynamics within the framework of this program. Methodology. A qualitative, descriptive study was conducted, guided by Participatory Action Research (PAR) and the principles of the Do No Harm (DNH) approach. The psychosocial perspective is emphasized as a way of sustaining a productive tension between subjectivities, the family, and the community. Logbooks, field diaries, and conversations with 20 community participants were used as methodological tools to explore the expectations and frustrations of those involved in the program. The researchers provided accompaniment in a respectful manner, that is, non-intrusive, non-interventionist, and non-assistentialist. Results. The analysis showed that understanding the diverse forms of family ties, recognizing the effects of speech and dialogue in deconstructing reality, and generating reflective spaces for symbolization and autoethnography, among others, resonated with similar community-based experiences. These practices demonstrated, in qualitative and descriptive terms, that it is possible to adopt a critical stance toward how research is conducted with and within communities. The study highlights elements that subvert the logic of positivist and epidemiological social research, showing that the community is not a passive object of study but a source of unique capabilities sustained by a set of histories and circumstances that converge in its territory. Discussion. The approach taken in this research avoided treating the community as an object of study—that is, as passive and deficient. Nor was the term “vulnerable population” used, given its victimizing connotations, which the community itself noted did not accurately represent them; this allowed us to respect their potential for capacity building. Conclusions. The importance of this research lies in the subjective and community resources that participants developed to interpret their own reality, enabling them to commit to their desires and life projects, with the understanding that transformations at the individual level generate reverberations in the community.
Keywords:
Family; Mental Health; Narration; Respect; Violence; Community development; Subjectivity; Family Practice.
RESUMEN
Introducción. La consolidación de la familia nuclear se da con la revolución industrial y el capitalismo, a la vez que se produce una división social del trabajo para el hombre, mientras que para la mujer se trata de una división sexual. En Colombia existe el programa de fortalecimiento familiar y desarrollo comunitario en la ciudadela Nuevo Girón, Santander. Se propone comprender los obstáculos subjetivos y sus resonancias en las dinámicas comunitarias a partir del programa de fortalecimiento familiar y desarrollo comunitario. Metodología. Estudio cualitativo descriptivo, orientado por la Investigación Acción Participativa (IAP) y los principios de la Acción Sin Daño (ASD). Se enfatiza el modo en que lo psicosocial permite mantener una tensión entre las subjetividades, la familia y la comunidad. Se utilizaron bitácoras, diario de campo y conversaciones con 20 participantes de la comunidad como recurso metodológico para conocer las expectativas y frustraciones de los participantes del programa. Los investigadores ejercieron el acompañamiento de manera respetuosa, es decir, no intrusiva, no intervencionista, ni asistencialista. Resultados. Se obtuvo que la comprensión de las diversas modalidades del lazo familiar, los efectos de la palabra en la deconstrucción de la realidad, la generación de espacios reflexivos para la simbolización y la autoetnografía, entre otros, dialogan con experiencias de trabajo similares, y se muestra, de manera cualitativa y descriptiva, que es posible tomar una posición crítica frente a la forma de hacer investigación con y en comunidad. Se destacan elementos que subvierten la lógica de la investigación social epidemiológica y positivista para demostrar que la comunidad no es un pasivo objeto de estudio, sino un potencial de capacidades singulares sostenidas por un conjunto de historias y circunstancias que convergen en su territorio. Discusión. La dinámica de trabajo en esta investigación se resistió a tratar a la comunidad como un objeto de estudio, es decir, desde la pasividad y la insuficiencia. Tampoco con la denominación de población vulnerable, por ese carácter victimizante que la misma comunidad señaló no los representaba, esto permitió respetar su potencial para la creación de capacidades. Conclusiones. La importancia de esta investigación radica en los recursos subjetivos y comunitarios que los participantes alcanzaron para hacer una lectura de su realidad que les permitiera comprometerse con su deseo y proyecto de vida, contando con que las transformaciones en cada uno producen resonancias en lo comunitario.
Palabras clave:
Familia; Salud Mental; Narración; Respeto; Violencia; Desarrollo Comunitario; Subjetividad; Medicina Familiar y Comunitaria.
RESUMO
Introdução. A consolidação da família nuclear ocorre com a revolução industrial e o capitalismo, ao mesmo tempo em que se produz uma divisão social do trabalho para os homens, enquanto para as mulheres se configura uma divisão sexual do trabalho. Na Colômbia existe o programa de fortalecimento familiar e desenvolvimento comunitário no conjunto habitacional Nuevo Girón, Santander. Propõe-se compreender os obstáculos subjetivos e suas ressonâncias nas dinâmicas comunitárias a partir do programa de fortalecimento familiar e desenvolvimento comunitário. Metodologia. Estudo qualitativo descritivo, orientado pela Pesquisa-Ação Participativa (IAP) e pelos princípios da Ação Sem Danos (ASD). Enfatiza-se a forma como o psicossocial permite manter uma tensão entre as subjetividades, a família e a comunidade. Foram utilizados registros em diário de campo, bitácoras e conversas com 20 participantes da comunidade como recursos metodológico para conhecer as expectativas e frustrações dos participantes do programa. Os pesquisadores acompanharam de forma respeitosa, ou seja, não intrusiva, não intervencionista e nem assistencialista. Resultados. Concluiu-se que a compreensão das diversas modalidades do laço familiar, os efeitos da palavra na desconstrução da realidade, a geração de espaços reflexivos para a simbolização e a autoetnografia, entre outros aspectos, dialogam com experiências de trabalho semelhantes e evidenciam, de forma qualitativa e descritiva, que é possível assumir uma posição crítica diante das formas de fazer pesquisa com e nas comunidades. Destacam-se elementos que subvertem a lógica da pesquisa social epidemiológica e positivista, demonstrando que a comunidade não é um objeto passivo de estudo, mas um potencial de capacidades singulares sustentadas por um conjunto de histórias e circunstâncias que convergem em seu território. Discussão. A dinâmica de trabalho nesta investigação evitou tratar a comunidade como um objeto de estudo, ou seja, numa perspetiva de passividade e insuficiência. Também não se recorreu à designação de «população vulnerável», devido ao caráter vitimizante que a própria comunidade assinalou como não a representando, o que permitiu respeitar o seu potencial de capacitação. Conclusões. A importância desta pesquisa reside nos recursos subjetivos e comunitários que os participantes mobilizaram para realizar uma leitura da sua realidade que lhes permitisse comprometer-se com seu desejo e projeto de vida, considerando que as transformações em cada sujeito produzem ressonâncias no âmbito comunitário.
Palvras-chave:
Família; Saúde Mental; Narração; Respeito; Violência; Desenvolvimento comunitário; Subjetividade; Medicina de Família e Comunidade.
Referencias: 25
Palabras clave: Family; Mental Health; Narration; Respect; Violence; Community development; Subjectivity; Family Practice
2026-04-28 | 11 visitas | Evalua este artículo 0 valoraciones
Vol. 29 Núm.1. Enero-Abril 2026 Pags. 44-69 MedUNAB 2026; 29(1)